sexta-feira, 20 de abril de 2007

REFORMAS



Fax nº 21 – 20/04/2007

VAMOS FECHAR AS ESCOLAS! TODOS À ALESP DIA 25

REFORMA DA PREVIDÊNCIA DE SERRA ATACA PROFESSORES

José Serra propõe excluir os professores ACTs e estáveis da previdência estadual e jogá-los no INSS.

O governador José Serra encaminhou à Assembléia Legislativa uma proposta de emenda aglutinativa preparada para alterar o Projeto de Lei 30/2005 – criação do Sistema de Previdência dos Servidores Públicos (SPPREV) – que ataca brutalmente os direitos de todos os servidores públicos.

Segundo a emenda, a SPPREV servirá para arcar com os benefícios previdenciários dos servidores públicos titulares.

Já a aposentadoria, a licença saúde, a pensão de beneficiários, a proteção à maternidade, os acidentes de trabalho, o auxílio reclusão dos professores ACTs e estáveis seriam administrados pelo INSS.

Portanto, toda vez que o servidor tiver que se ausentar do serviço por licenciamentos, aposentadoria e afins, sua relação previdenciária será regulada pelo INSS, com as regras daquele sistema.

Há uma falsa impressão de que se o servidor mantiver relação previdenciária com o INSS, possui o direito ao FGTS, mas, isso não é verdadeiro, porque o FGTS não é pago àquele que se vincula ao INSS, mas sim àquele cujo vínculo empregatício é regido pela CLT, o que não é o caso do ACT, já que é admitido com base na Lei 500/74.

A Emenda determina ainda a extinção do IPESP, afirmando que as funções não relacionadas com a SPPREV serão repassadas a outras unidades administrativas. Há, por exemplo, a carteira imobiliária, que não se relaciona com a atividade da SPPREV, que pode ser repassada, por exemplo, para a Nossa Caixa.

Além disso, o passivo atuarial do Governo para com o IPESP pode possibilitar a instituição de um aumento do desconto para os servidores titulares. Portanto, é importante a mobilização de toda a categoria contra a SPPREV.

Veja abaixo, outros ataques que constam do projeto de reforma da Previdência articulado pelo governador José Serra: *AUMENTO DOS PRAZOS DE EDIÇÃO DE REGULAMENTOS- De um modo geral a emenda aglutinativa aumenta todos os prazos que são concedidos ao Governo do Estado para a criação dos Decretos reguladores da SPPREV, que dos antigos 30 dias, passa para 90 dias; *EXTINÇÃO DA JUNTA DE RECURSOS- Havia, na previsão original da SPPREV, quatro órgãos que cuidariam de sua gestão: Conselho de Administração, Direção Executiva, Conselho Fiscal e Junta de Recursos, que deixa de existir pela emenda aglutinativa, que não delega suas atribuições a nenhuma outra instância, ao menos expressamente.

*GESTÃO- O Governo do Estado não altera a composição do Conselho de Administração e da Diretoria Executiva, mas, o faz no Conselho Fiscal, onde há três membros titulares e seus suplentes indicados pelos Poderes do Estado (Executivo, Judiciário e Legislativo) e três membros e seus suplentes indicados pelos servidores aposentados e da ativa dos Poderes Executivos, Judiciário e Legislativo. Há redução do prazo dos mandados dos membros do Conselho de Administração e Conselho Fiscal de 4 para dois anos. Finalmente o Governo faz menção expressa de que os poucos indicados pelos servidores para estar nos órgãos gestores da SPPREV participe do processo de indicação, mas, passa a nomear, além do presidente, o que originalmente fazia, o seu vice, determinando que as indicações sejam feitas em até 180 dias da necessidade de fazê-la.

*PASSIVO ATUARIAL- A emenda aglutinativa não afirma textualmente que há um passivo atuarial do Governo para com o IPESP, mas diz que os dois órgãos deverão repactuar as dividas e haveres, além de consolidar as demais obrigações em favor do Regime Próprio (SPPREV), mediante ajuste que preveja o pagamento dos montantes devidos pelo Estado em até 10 anos. No parágrafo único deste mesmo artigo há a afirmação de que, toda quantia injetada pelo Governo na SPPREV que exceda a sua contribuição obrigatória será utilizada para o abatimento desta dívida.

*ACERVO TÉCNICO E DOCUMENTAL- Enquanto o projeto original determinava que o acervo técnico e documental seria transferido do IPESP para a SPPREV, a emenda aglutinativa afirma que serão transferidas apenas as informações sobre o acervo técnico e documental.

Box

Todos mobilizados contra mais este ataque de José Serra

É imprescindível uma grande mobilização contra mais esta ofensiva do governador sobre os professores e demais servidores. Este projeto de reforma da Previdência, aliado às demais ações organizadas por José Serra (avaliação de desempenho, municipalização das escolas de 5ª a 8ª, superlotação de salas...), é um dos mais fortes ataques já direcionados contra o funcionalismo público. Conforme deliberado na última assembléia, esta luta tem prioridade nos encaminhamentos de nossas ações.

Portanto, conforme estava previsto, no dia 25 de abril, os professores devem paralisar as atividades e ocupar a Assembléia Legislativa durante audiência pública sobre o SPPREV.

Não podemos permitir que os parlamentares aprovem este projeto. Vamos exigir a imediata retirada deste projeto e da emenda da Assembléia Legislativa.

Ida a Brasília: As subsedes que já organizaram as caravanas a Brasília devem mantê-las, pois lá também serão discutidos temas importantes, como o piso salarial nacional e estabilidade dos ACTs. As circunstâncias, contudo, exigem a mobilização de todas as subsedes para barrar o projeto do SPPREV na Alesp. Portanto, as subsedes devem organizar caravanas para São Paulo.

DIA 25 DE ABRIL, 14h30, TODOS À ALESP CONTRA A SPPREV
PLENÁRIO JUSCELINO KUBITSCHEK

quinta-feira, 19 de abril de 2007

lutas


Contra a Emenda 3 do Congresso Nacional e a Super-Receita do Governo Federal! Contra a reforma da Previdência e Trabalhista do governo Lula!
23 de abril: organizar mobilizações em todo o país

Realizamos neste final de semana a nossa reunião de Coordenação Nacional, que reafirmou todos os encaminhamentos aprovados no Encontro Nacional de 25 de março. Até amanhã, terça feira, deve ficar pronto o relatório da reunião, com todas as informações e orientações necessárias para o nosso trabalho em todo o país.

Nesta circular de emergência tratamos de encaminhar as orientações aprovadas na reunião sobre uma atividade mais imediata, que demanda urgência.

A luta contra a Emenda 3 – da Super Receita

Está convocada para a próxima segunda feira, dia 23 de abril, mais uma jornada de mobilizações contra a Emenda 3. A iniciativa da convocação foi da CUT, Força Sindical e outras centrais sindicais.

A posição aprovada na Coordenação Nacional foi a de que a CONLUTAS deve jogar muito peso nesta luta contra a Emenda 3. Precisamos construir um amplo processo de mobilização, nas bases onde estamos, com paralisações, bloqueio de estradas e avenidas, manifestações de rua, etc.

Em São José dos Campos o Sindicato dos Metalúrgicos já decidiu que vai encaminhar junto aos trabalhadores a paralisação da GM, da Philips e outras empresas da categoria. Este é um exemplo a ser seguido em todo o país. É importante uma postura firme das entidades, no sentido de discutir com os trabalhadores a necessidade da mobilização para defender os direitos trabalhistas ameaçados por esta emenda.

Nossa luta contra a Emenda 3 é também a luta contra o governo!

Como já dissemos em mensagem anterior, a CUT, a Força Sindical e etc, estão dando à luta pela manutenção do veto à Emenda 3 o conteúdo de apoio ao governo. Por outro lado, estão negociando com o governo e o congresso nacional, a substituição da Emenda por um projeto de lei que também flexibiliza direitos.


Ao mesmo tempo se calam em relação ao projeto da SUPER RECEITA (onde foi pendurada a tal Emenda 3) que também ataca direitos dos trabalhadores - ameaça os fundos previdenciários que passam ao controle do Ministério da Fazenda, ficando mais sujeitos à utilização para pagamento dos juros da dívida, só para dar um exemplo. Calam-se também sobre a Reforma da Previdência em curso. Porque? Porque apóiam o governo

Portanto a nossa luta contra a Emenda 3 não tem o mesmo conteúdo das mobilizações que eles estarão fazendo. Nossa luta é também contra os demais ataques aos nossos direitos, que são realizados pelo Congresso Nacional e também pelo Governo Lula.

As bandeiras que levantaremos, neste dia 23 de abril, portanto vão alem do pedido de manutenção do veto. Não queremos a Emenda 3, mas também não queremos nenhum projeto de lei que venha substituí-la flexibilizando direitos da mesma forma.

- Contra a Emenda 3 do Congresso Nacional e contra a Super Receita do Governo Federal!
- Contra a reforma da Previdência e Trabalhista do governo Lula!
- Contra projetos de lei que retirem direitos dos trabalhadores!

Este é o conteúdo da nossa luta. Portanto, a única coisa que une as mobilizações que faremos, com as mobilizações que a CUT está promovendo é a data. É muito importante que nas nossas atividades tenhamos faixas que deixem claro o conteúdo acima. Que tenhamos panfletos para a massa, e notas à imprensa com este conteúdo.

Por outro lado é muito importante que estes matérias e a agitação política que promoveremos dia 23 de abril estejam vinculados, sirvam para divulgar todo o calendário do nosso Plano de ação, aprovado no Encontro de 25 de março, bem como as bandeiras de luta lá aprovadas.

São Paulo, 16 de abril de 2007

Saudações com lutas,
GT de Secretaria da Coordenação Nacional da CONLUTAS

GREVE


METROVIÁRIOS VÃO PARAR 2HORAS NA SEGUNDA!!
TODO APOIO AS REIVINDICAÇÕES!

INDIOS


TODO DIA ERA DIA DE ÍNDIO!!!!

TERRAS PARA OS INDÍGENAS!!!

quarta-feira, 18 de abril de 2007

GREVE


POLÍCIA FEDERAL PÁRA HOJE EM TODO O PAÍS!!

LULA NÃO CUMPRE ACORDO!

terça-feira, 17 de abril de 2007

ROMBO!


VÃO METER A MÃO EM 5 BILHÕES DO FGTS!DINHEIRO VAI PARA O PAC!!

segunda-feira, 16 de abril de 2007

MASSACRE











11 ANOS DO MASSACRE DE ELDORADO DOS CARAJÁS!