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quarta-feira, 13 de fevereiro de 2008

IGREJA


Nacional
Manifesto de Católicas pelo Direito de Decidir sobre a Campanha da Fraternidade 2008

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A Campanha da Fraternidade de 2008 – cujo tema é “Fraternidade e Defesa da Vida” – vai, mais uma vez, mobilizar a comunidade católica brasileira para uma reflexão a respeito de valores cristãos e nos fará pensar sobre o significado da vida. Pela relevância do tema, é necessário que todas as vozes católicas sejam ouvidas e nós, como Católicas pelo Direito de Decidir, sentimo-nos interpeladas a dar nossa contribuição.



Reiteramos com a Igreja que todas e todos têm direito a uma vida plena e digna, conforme o Evangelho de Jo 10, 10: “Eu vim para que todos tenham vida, e vida em abundância”. Com ela, lembramos a necessidade urgente de se reverter o processo de degradação da natureza, que, certamente, coloca em risco a vida das futuras gerações.



Com ela reafirmamos que defender a vida é lutar contra a pobreza, a exclusão, a situação de extrema injustiça social do nosso país. Com a Igreja, entendemos que defender a vida é criar condições para que se realize o direito a uma vida sem violência, sem desigualdade de nenhuma ordem, sem opressão, sem exploração, sem medo, sem preconceitos.



No entanto, como católicas, tendo como referência a tradição cristã e os valores evangélicos, há questões que nos parecem fundamentais quando a vida das pessoas está em jogo. Por isso, queremos interrogar a Igreja sobre as contradições entre seu discurso e sua prática em relação aquilo que ela apresenta como defesa da vida.



- Pode-se afirmar a defesa da vida e ignorar milhões de pessoas que morrem, no mundo todo, vítimas de doenças evitáveis, como a aids? Seguir condenando o uso de preservativos que salvariam tantas vidas, numa brutal indiferença à tamanha dor?



- Pode-se afirmar a defesa da vida e condenar as pessoas a sofrerem indefinidamente num leito de morte, condenando o acesso livre e consentido a uma morte digna, pelo recurso à eutanásia?



- Pode-se afirmar a defesa da vida e condenar as pesquisas com células-tronco embrionárias, que podem trazer alento e perspectiva de vida digna para milhares de pessoas com deficiências?



- Pode-se afirmar a defesa da vida e dizer que se condena o racismo quando se impede a manifestação ritual que incorpora elementos religiosos indígenas e afro-latinos nas expressões litúrgicas católicas? Quando se afirma a superioridade cristã em relação às outras crenças?



- Pode-se afirmar a defesa da vida e eliminar a beleza da diversidade humana, com atitudes e discursos intolerantes em relação a expressões livres da sexualidade humana, condenando o relacionamento amoroso entre pessoas do mesmo sexo?



- Pode-se afirmar a defesa da vida e fazer valer mais as normas eclesiásticas do que o amor, impedindo a reconstrução da vida em um segundo matrimônio?



- Pode-se afirmar a defesa da vida e denunciar as desigualdades, quando a mesma Igreja mantém uma situação de violência em relação às mulheres, submetendo-as a normas decididas por outros, impedindo-as de realizarem sua vocação sacerdotal, relegando-as a uma situação de inferioridade em relação aos homens da hierarquia católica?



- Pode-se afirmar a defesa da vida, quando se tenta impedir políticas públicas de saúde – como é o caso do planejamento familiar e da distribuição da contracepção de emergência - que visam prevenir situações que podem colocar em risco a vida das pessoas?



- Pode-se afirmar a defesa da vida e desrespeitar o princípio fundamental à realização de uma vida digna e feliz, que é o direito de decisão autônoma sobre o próprio corpo? Condenar as mulheres a levar adiante até mesmo uma gravidez resultante de estupro, a não interromper uma gravidez que coloca a vida delas em risco, ou cujo feto não terá nenhuma condição de sobreviver?



- Pode-se afirmar a defesa da vida e cercear o livre exercício do pensamento, impedindo a expressão da diversidade existente no interior da Igreja?



Neste manifesto, Católicas pelo Direito de Decidir une-se a todos aqueles que, dentro da Igreja e na sociedade brasileira em geral, desejam contribuir para que a defesa da vida seja compreendida em sua complexidade e se realize o direito de tod@s de viver com dignidade.



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segunda-feira, 28 de janeiro de 2008

ZÉ DIRCEU


MUITO BOA!

segunda-feira, 31 de dezembro de 2007

2008



Que 2008 venha pleno de lutas vitoriosas!
Que tenhamos muitos motivos para comemorar.
E que a felicidade e a alegria faça parte de nossa
jornada diária.
Beijos e um grande abraço.

segunda-feira, 26 de novembro de 2007

FUTEBOL


TRGÉDIA NA BHAIA, E AINDA VAMOS SEDIAR A COPA DO MUNDO!

domingo, 28 de outubro de 2007

serra mente


28/10/2007 - 09h00
1º semestre teve 20% mais casos de dengue do que o divulgado




JOSÉ ERNESTO CREDENDIOda Folha de S.PauloCINTHIA RODRIGUESColaboração para a Folha de S.Paulo
O Estado de São Paulo registrou no primeiro semestre do ano 19,6% mais casos de dengue do que o número que vinha sendo divulgado pela Secretaria de Estado da Saúde.
Uma revisão de dados feita pelo CVE (Centro de Vigilância Epidemiológica) elevou o total de vítimas de 64.903 para 77.633, segundo balanço do último dia 19. O número de doentes do Estado, incluindo o segundo semestre, passou a 78.614.
A diferença, de acordo com a assessoria do secretário da Saúde, Luiz Roberto Barradas Barata, se deve à revisão realizada a partir de setembro, quando teria sido percebida uma subnotificação no primeiro semestre deste ano.
Proporção maior
A alteração eleva também a proporção de casos por 100 mil habitantes, que passa de 161 para 191, segundo cruzamento de dados do CVE e do IBGE (Fundação Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).
O Ministério da Saúde considera epidemia o local com 300 infecções por grupo de 100 mil habitantes. Embora o índice do país todo seja de 253, o ministro da Saúde, José Gomes Temporão, já afirmou que o Brasil "vive uma epidemia".
Pelo balanço, dos 645 municípios de São Paulo, 355 apresentaram pelo menos um caso de dengue autóctone (transmitido na própria cidade) neste ano. Destes, 45 tiveram o número do primeiro semestre revisado para cima pelo CVE.
A maior parte das cidades que tiveram dados alterados já estava entre as consideradas epidêmicas, no entanto, em alguns casos a subnotificação foi de até 800% (veja quadro nesta página).
O pior caso proporcional foi o de Sud Menucci (614 km a noroeste de São Paulo). No município, de 7.400 habitantes, as notificações subiram de 25 para 225 no primeiro semestre.
A secretária de Saúde de Sud Menucci, Eliana Luzia Covre Dias Martinez, afirma que todas as suspeitas de dengue e amostras de sangue coletadas para confirmação foram enviados ao Estado até abril deste ano. "Ao todo foram 330 suspeitas, mas só 25 foram confirmadas por eles. Do restante, 200 nós consideramos dengue por critério clínico, mas isso tudo até abril. Não mudamos nada nos dados antigos", diz.
Birigüi (514 km de SP) teve o maior número de "novos" casos, passando de 833 para 5.145 de janeiro a junho. A Folha tentou ouvir a Secretaria da Saúde da cidade, mas não obteve resposta.
Com o novo número geral, São Paulo já tem 36% a mais de casos do que todo o ano passado, que já havia sido nove vezes maior do que 2005.
Distorções
O CVE admite que havia subnotificação até o último relatório, mas culpou as cidades pelas distorções nos números.A notificação de casos de dengue é obrigatória, seja o caso confirmado por exame ou apenas por análise clínica.
De acordo com a assessoria, municípios em epidemia, em que somente um exame clínico é suficiente para comprovar a doença, estariam deixando de enviar dados para o órgão.
Ainda conforme a assessoria, técnicos do CVE, a partir de setembro, entraram em contato com as prefeituras para pedir as informações completas.
A secretária de Saúde de Sud Menucci, porém, nega que tenha recebido qualquer pedido de reenvio dos dados.
"Nosso relatório já inclui a análise do médico. Isso está com o Estado desde abril. Tenho todas as planilhas para provar", declarou.

quinta-feira, 2 de agosto de 2007

PSDB



;Juiz que votou contra cassação de tucano fez doação de R$ 500 à campanha

REGIANE SOARESda Folha Online
O juiz eleitoral Renan de Vasconcelos Neves, do TRE-PB (Tribunal Regional Eleitoral) da Paraíba, o único a votar contra a cassação do governador Cássio Cunha Lima (PSDB-PB), doou R$ 500 para a campanha do tucano nas eleições de 2006.
Cunha Lima perdeu o mandato por decisão do TRE-PB na segunda-feira, quando cinco juízes votaram a favor da cassação e apenas Neves votou contra. O governador já recorreu ao TSE (Tribunal Superior Eleitoral) para poder continuar no cargo até o julgamento final do processo.
Neves disse que fez a doação a Cunha Lima no ano passado, durante um jantar de apoio à campanha. Porém, fez questão de ressaltar que na época era um "cidadão comum", pois assumiu a vaga de juiz eleitoral no tribunal em 14 de junho deste ano.
"Fiz a doação durante um jantar, e os convidados ofereceram uma doação por meio de um cheque nominal. Mas fiz na qualidade de cidadão, muito antes de assumir como juiz", explicou Neves, ao ressaltar que ficou surpreso com a repercussão do caso. "Nem sonhava em ser juiz quando fiz a doação, que foi pública e está na prestação de contas do partido [PSDB]", completou.
Neves explicou que é advogado e que foi indicado para a vaga de juiz eleitoral pelo TJ-PB (Tribunal de Justiça) da Paraíba. "Fui o mais votado entre 25 advogados, e meu nome foi o escolhido entre os três enviados ao presidente [Luiz Inácio Lula da Silva]", argumentou.
Apesar de ter feito a doação, Neves disse que não se sentiu impedido para julgar o caso, porque doou como cidadão. "Essa doação foi pública, e todo mundo sabia. Não me sinto suspeito e nenhum advogado levantou a minha suspeição. Só foi divulgada agora porque votei contra a cassação", disse.
O juiz explicou que votou contra por convencimento técnico. "Foi um voto técnico", disse.
Cunha Lima foi acusado de abuso de poder político por ter distribuído 35 mil cheques à população durante a campanha eleitoral de 2006.
Neves entendeu que não houve ilegalidade no caso porque há uma lei na Paraíba que disciplina a realização de programas sociais, inclusive durante o período eleitoral. "Os meus demais pares não entenderam assim", finalizou

domingo, 27 de maio de 2007

maluf de novo


A Corte Real de Jersey concluiu que “há evidência de que um ou mais membros da família Maluf são culpados de fraude contra a Prefeitura de São Paulo e há suspeitas suficientes de que o dinheiro dessa fraude passou por contas na Suíça e, de lá, para contas em Jersey”. Com base nisso, anteontem o Tribunal de Londres autorizou a liberação dos extratos bancários do deputado Paulo Maluf (PP-SP) para a Justiça brasileira.
Os bancos envolvidos foram notificados ontem. “Devo receber os documentos no início da semana e enviar ao Brasil”, contou Nuno Costa, advogado contratado pela prefeitura que trabalha em Jersey.
A procuradoria de Jersey informou ao Estado que o dinheiro já está bloqueado. “Estamos satisfeitos de que há evidências de que o sr. Maluf e outros cometeram fraude, que a prefeitura foi fraudada em grandes montantes, que proporção substancial do dinheiro foi pago à Suíça e a outros lugares fora do Brasil e parte dos recursos chegou a contas de companhias em Jersey”, diz a decisão da Corte de Jersey.
Para ela, isso “justifica a ordem para que os bancos dêem acesso sobre as contas para permitir que a prefeitura possa localizar os fundos e decidir se abrirá ação contra as companhias em Jersey para recuperar os fundos”. A prefeitura deve abrir processo por lavagem de dinheiro em Jersey, para repatriar os recursos. A acusação é que o dinheiro teria sido desviado nas obras do Túnel Ayrton Senna e da Avenida Água Espraiada, nos anos 90.
Maluf abrira uma ação para impedir o envio dos extratos. Seus advogados insistiram em que “não havia papéis que provem que o dinheiro da suposta fraude está agora em contas em Jersey”. Para eles, as conclusões da Corte de Jersey são “meras suspeitas”. A assessoria de Maluf reafirmou, mais uma vez, que ele “não tem e nunca teve conta no exterior.”

domingo, 15 de abril de 2007

BLOG DO JOSIAS

15/04/2007 DO BLOG DO JOSIAS

Compadre de Lula é primeiro alvo da CPI do Senado

Adriano Machado/Folha
O Planalto tem fundadas razões para recear a nova CPI do caos Aéreo, que está em vias de ser requerida no Senado. A oposição pretende protocolar o pedido de abertura da investigação na Mesa do Senado até a próxima quarta-feira (18). E já tem um primeiro alvo: o advogado Roberto Teixeira (foto), compadre e íntimo amigo de Lula.

“A convocação de Roberto Teixeira é inevitável”, disse ao blog, na noite deste sábado (14), o senador José Agripino Maia (RN), líder do DEM no Senado. “A Venda da Varig foi operada por ele. Esse é um dos motivos que levam o governo a ter tanto medo da investigação. Eles temem que o compadre do presidente se transforme no Paulo Okamoto desta CPI”, acrescentou o senador, referindo-se ao presidente do Sebrae, que pagou uma dívida de R$ 29,4 mil de Lula com o PT.

A compra da Varig pela Gol, um negócio de US$ 320 milhões, é um dos objetos de investigação da CPI do Senado. O pretexto inicial é perscrutar a possibilidade de formação de um duopólio, situação de mercado em que há somente dois vendedores de uma mercadoria ou serviço. No caso específico, Gol e TAM passaram a ter, em tese, condições de promover acertos de preço em desfavor dos usuários.

Daí para a convocação de Roberto Teixeira, é um pulinho. Protagonista do maior negócio da história da aviação brasileira, o compadre de Lula voltou subitamente ao noticiário. Ele é capa da edição desta semana da revista IstoÉ. No último dia 28 de março, os donos da Gol, Nenê Constantino e Constantino de Oliveira Jr., foram recebidos em audiência por Lula. A propósito de comunicar ao presidente o fechamento do negócio que resultou na aquisição da Varig, levaram a tiracolo Roberto Teixeira.

Antes, Nenê Constantino declarara publicamente o seguinte: “Há seis meses, o presidente Lula me pediu que entrasse nas negociações para salvar a Varig.” A junção das palavras do empresário com a participação do amigo de Lula, açularam a suspeita da oposição de que o governo possa ter agido para favorecer a Gol. Daí o interesse em esquadrinhar o episódio na nova CPI.

“É evidente que vamos chamar o senhor Roberto Teixeira”, diz Agripino Maia. “Tem muita coisa escondida. E vai aparecer na CPI. Essa é uma audiência que terá de ser bem preparada. Esse camarada é muito ousado. Ele esteve na CPI dos Bingos. Ostentou um ar sobranceiro, altivo, superior”.

Agripino refere-se à convocação de Roberto Teixeira para explicar, naquela que ficou conhecida como a “CPI do Fim do Mundo”, as suspeitas de que teria participado, na década de 90, de um esquema de coleta de dinheiro junto a fornecedores de prefeituras comandadas pelo PT, para rechear as arcas do partido de Lula. Deu-se em 20 de abril de 2006 a inquirição.

Roberto Teixeira barrigou o depoimento o quanto pôde. Faltou a duas sessões. Quando, afinal, viu-se frente a frente com os senadores, respondeu a tudo o que lhe foi perguntado, embora dispusesse de um habeas corpus do STF autorizando-o a calar. Negou, negou e negou. Diante de tantas negativas, os senadores não dispunham de elementos para emparedá-lo. E o advogado saiu da sessão ileso. Por isso Agripino Maia diz que a nova inquirição, que dá como certa, terá de ser “bem preparada”.

Ainda que Roberto Teixeira volte a sair ileso da prometida convocação, o fato de a oposição arrastá-lo de novo para um banco de CPI trará certo constrangimento a Lula. O presidente é padrinho de uma filha do advogado, Valeska. Teixeira é padrinho do filho mais novo de Lula, Luís Cláudio. Nos tempos de vacas magras, Lula morou de graça numa casa cedida pelo amigo. Nada faz crer, porém, que o presidente da República possa vir a sofrer algum tipo de reprimenda ao final de dos trabalhos da eventual CPI. Na apocalíptica comissão dos Bingos, fez-se muito barulho. Mas Lula frequentou o relatório final em posição bem confortável.

Roberto Teixeira já ensaia o discurso. “Fui ao encontro [dos donos da Gol com Lula] como o advogado que estruturou o negócio jurídico [da compra da Varig] e que tinha condições de dar explicações, se fosse necessário”, disse ele ao repórter Rodrigo Rangel. “E também porque é prazeroso estar entre amigos, como é o presidente. Não tenho por que me arrepender, pois minha presença foi profissional.”

AMAZÕNIA

Jornal questiona ação de milionário sueco para preservar Amazônia

Madeira cortada na Amazônia
Eliasch comprou 1,6 mil quilômetros quadrados da floresta em 2005
A ação do milionário sueco Johan Eliasch para preservar a floresta amazônica está sendo acusada de “colonialismo verde” e deixou mil pessoas sem trabalho e na pobreza absoluta, afirma reportagem publicada neste domingo pelo jornal britânico The Sunday Times.

Eliasch, que é radicado na Grã-Bretanha e é dono da fabricante de artigos esportivos Head, comprou em 2005 uma área de cerca de 1,6 mil quilômetros quadrados em Itacoatiara, no Amazonas, que pertencia a uma madeireira americana, com o intuito de preservar a floresta.

O empresário gastou 13,7 milhões de libras (cerca de R$ 55,3 milhões) em sua empreitada. Sua fortuna é estimada em 361 milhões de libras (cerca de R$ 1,5 bilhão).

Segundo o jornal, como resultado da compra da madeireira por Eliasch, até mil pessoas empregadas por uma serraria obrigada a fechar ficaram sem trabalho, “aumentando ainda mais as dificuldades numa região já economicamente carente”.

Sustento

“O fechamento jogou Eliasch em um debate sobre como os países ricos podem preservar as florestas tropicais levando em consideração o sustento das pessoas que vivem e trabalham nelas”, observa a reportagem.

O jornal diz que até mesmo ambientalistas locais vêm criticando as ações de Eliasch, acusando-o de “colonialismo verde”.

A reportagem afirma que Eliasch prometeu compensar as pessoas que ficaram sem trabalho e empregar algumas delas como guardas florestais, mas afirmou que a preservação da floresta “é mais importante do que as pessoas morando na região”.

O jornal conclui dizendo que Eliasch propôs no ano passado a compra de toda a floresta amazônica para preservá-la, o que “provocou um incidente diplomático entre o Brasil e a Grã-Bretanha quando a idéia foi encampada pelo ministro do Meio Ambiente da Grã-Bretanha, David Miliband, que sugeriu estabelecer uma fundação internacional como a melhor forma de preservar a Amazônia”.



A AMÃZONIA É NOSSA!

quarta-feira, 11 de abril de 2007

VEREADORES DE SP


VEREADORES QUEREM METER A MÃO NA GRANA DO POVO!!!
REVOGABILIDADE DOS MANDATOS,JÁ!!

Câmara aprova novos cargos e amplia gratificações

11/04 - 07:03 - Agência Estado


O contribuinte vai sustentar os escritórios políticos dos vereadores paulistanos, que hoje aprovaram uma reforma administrativa, criando novos cargos sem concurso público, além de aumentar as gratificações dos servidores efetivos. O projeto, aprovado em segunda discussão, ainda atendeu ao lobby dos funcionários em cargos de chefia, ao possibilitar que voltem a incorporar as novas gratificações aos salários após cinco anos.

O acúmulo de benefícios permitirá ao servidor efetivo da Câmara ganhar mais do que o teto do funcionalismo, que é o salário do prefeito - R$ 9.636,00. A incorporação das vantagens havia sido derrubada na reforma administrativa anterior, aprovada em 2003.

A mudança de hoje, batizada de trem da alegria pelo Movimento Voto Consciente, cria gratificações para cargos de chefia que podem variar de R$ 1.204,40 - a ser pago aos supervisores - até R$ 4.817,00 para o cargo de secretário-geral da Câmara. Há ainda um efeito cascata, já que foi aprovado um fator de reajuste de 12% em cima da gratificação de chefia. A votação do projeto ocorreu de forma simbólica e em menos de um minuto. A proposta só teve votos contrários dos ex-presidentes da Casa Arselino Tatto (PT) e Roberto Tripoli (PV).

A reforma administrativa segue agora para sanção ou veto do prefeito Gilberto Kassab (DEM). “Sou um presidente independente. Eu não conversei nem conversarei com o prefeito, mas se ele vetar (derrubar), rejeitaremos o veto”, ressaltou o presidente da Câmara, Antonio Carlos Rodrigues (PR). A assessoria de Kassab informou que ele só vai se manifestar quando ler a íntegra do projeto aprovado. O prefeito tem 60 dias para definir a sanção. As informações são de O Estado de S.Paulo.