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terça-feira, 25 de março de 2008

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segunda-feira, 28 de maio de 2007

iraque



Protestos contra a guerra nos EUA e dez baixas do Pentágono no Iraque
BAGDÁ — Dez militares norte-americanos morreram em combate no Iraque, informou o exército estadunidense no domingo 27 de maio, enquanto cresce o repúdio da opinião pública a essa guerra expresso em manifestações nos Estados Unidos no Dia dos Tombados, divulgou a AFP.
A maioria dos soldados morreram em Bagdá e em localidades próximas da capital, epicentro da violência e cenário de um polêmico reforço de 28 mil soldados norte-americanos. Enquanto isso, dois militares continuam desaparecidos 15 dias depois de terem sido apreendidos em combate.
De outra parte, um carro-bomba suicida atacou um posto de revisão do exército iraquiano numa rodovia principal da província de Babil, no sul de Bagdá, havendo um saldo de dois soldados mortos e três feridos, afirmou uma fonte da polícia, citada pela Xinhua.
Segundo a AP, soldados norte-americanos e iraquianos combateram pela segunda vez em dois dias na Cidade Sadr, ao passo que tropas britânicas aumentavam suas ações contra a resistência iraquiana, em Basra, no sul do país.
Entretanto, a organização Veteranos do Iraque contra a Guerra (VICG) organizou várias manifestações em Nova Iorque para protestar contra a guerra, com representações de detenções e patrulhas em vários lugares populosos da cidade, como Times Square, Union Square ou a área onde estava o World Trade Center, noticiou a Europa Press.
“Segundo o raciocínio do presidente george W. Bush, apoiar as tropas significa financiar a missão, mas à medida que financiemos mais tropas, mais vão morrer”, concluiu Adam Kokesh, veterano de Washington.

sábado, 12 de maio de 2007

iraque


Ataque a base dos EUA no Iraque mata cinco soldados americanos
Publicidadeda Folha OnlineUm grupo de sete soldados dos Estados Unidos e um intérprete do Exército iraquiano sofreu um ataque ao sul de Bagdá que deixou cinco mortos e três desaparecidos neste sábado, informou o Exército americano. O ataque ocorreu perto da cidade de Mahmudiya, uma área rural que é tida como bastião de militantes da rede terrorista Al Qaeda.
5.abr.2007/AP
Soldados dos EUA patrulham mercado em Bagdá; ataque matou cinco americanos hojeFoi o pior atentado contra forças de segurança americanas desde o início da operação especial que aumentou o número de soldados em Bagdá em meados de fevereiro.O porta-voz do Exército dos EUA Christopher Garver não pôde esclarecer se o intérprete iraquiano está entre os desaparecidos ou morreu. "Nesta manhã, às 4h44 (21h de sexta-feira em Brasília), um time da forças de coalizão, com oito soldados, foi atacado cerca de 19 km ao oeste de Mahmudiya. Como resultado do ataque, cinco soldados morreram em ação e três estão atualmente desaparecidos", informou um comunicado militar.Em junho do ano passado, supostos militantes da Al Qaeda seqüestraram dois soldados dos EUA na mesma área, em um ataque no qual um americano morreu. Os corpos mutilados dos soldados foram encontrados alguns dias depois. O Exército informou que enviou forças especialmente para buscarem os soldados desaparecidos. ExplosõesAs forças de segurança em Bagdá reforçaram neste sábado a segurança em pontes da cidade, depois que duas delas foram alvo de carros-bomba que mataram 26 pessoas ontem.
Namir Noor-Eld/AP
Restos de caminhão-bomba continuam em ponte destruída após explosão de ontem Os ataques de ontem, contra as pontes nova e velha de Diyala, em Bagdá, aumentaram para cinco o número de pontes que foram alvos de grandes explosões na capital iraquiana desde o dia 21 de março.O Exército suspeita que os ataques façam parte de uma nova estratégia de supostos insurgentes sunitas de explodirem pontes da capital.Também hoje, a Zona Verde, área fortificada de Bagdá onde estão o Parlamento do Iraque e a embaixada americana, foi alvo de dois ataques de morteiros. Após as duas explosões, uma coluna de fumaça se formou na região. Não há informações sobre mortos ou feridos neste ataque.

quarta-feira, 9 de maio de 2007

iraque



O Departamento de Defesa dos Estados Unidos notificou mais de 35.000 soldados e fuzileiros navais para estarem preparados para ir ao Iraque no segundo semestre, decisão que permitirá aos comandantes militares manter a escalada no número de tropas até o fim do ano, se necessário.O porta-voz do Pentágono, Bryan Whitman, disse que as ordens de mobilização, assinadas pelo secretário Robert Gates, não significa que as Forças Armadas decidiram manter o nível ampliado de tropas, 20 brigadas, até dezembro. Cada brigada comporta cerca de 3,5 mil homens.
Em vez disso, a decisão dá ao Pentágono, segundo o porta-voz, a capacidade de manter o nível até o fim do ano. A substituição de forças, disse Whitman, dará aos comandantes no Iraque flexibilidade para completar a missão. No início do ano, o presidente George W. Bush ordenou que cerca de 30.000 homens fossem enviados ao Iraque, num esforço para sufocar a crescente violência, principalmente nos arredores de Bagdá.
Gates e a liderança militar afirmam que os comandantes no Iraque farão recomendações, em setembro, sobre se a escalada de tropas foi bem-sucedida, se ela deve continuar ou se os soldados podem voltar para casa. O Congresso americano vem ampliando a pressão sobre Bush para que a retirada de tropas tenha início ainda neste ano. Bush vetou uma dotação de US$ 124,2 bilhões para a guerra, porque a autorização de gasto continha um dispositivo determinando o retorno dos soldados a partir de outubro. Segundo o Exército, as novas brigadas de combate cumprirão turnos de serviço no Iraque poderão durar até 15 meses.