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domingo, 12 de junho de 2011

LUTAR

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

TV CULTURA


TV Cultura demite 150 funcionários

Reproduzo notícia publicada no sítio do Sindicato dos Jornalistas de São Paulo:

A Fundação Padre Anchieta de São Paulo, gestora da TV Cultura, anunciou nesta segunda-feira (dia 7) a demissão de 150 funcionários. São jornalistas e técnicos da rádio e televisão, que foram incluídos no “pacote” de desmonte da única emissora pública vinculada ao governo de São Paulo.

Entre os demitidos não figuram os trabalhadores da TV Assembleia, que já assinaram aviso prévio na semana passada, mas que serão absorvidos pela Fundação para o Desenvolvimento das Artes e Comunicações (Fundac). Dez do total de afastados são jornalistas, que fazem parte das redações da TV e Rádio e da Assessoria de Imprensa da emissora.

Segundo o departamento de Recursos Humanos da emissora, os trabalhadores demitidos receberão todos os direitos trabalhistas e lhes será garantido ainda 3 meses de assistência médica e vales-refeição.

O presidente do Sindicato dos Jornalistas Profissionais no Estado de São Paulo, José Augusto Camargo (Guto), que no ano passado esteve reunido com o presidente da Fundação Padre Anchieta, João Sayad, diz que o sindicato se empenhará para estancar as demissões, além de estar atento para que todos os direitos trabalhistas sejam garantidos.

“Para isso, formatamos uma campanha junto com outras entidades, a 'Salve a Rádio e TV Cultura' com o intuito de denunciar o desmonte da única emissora pública do povo de São Paulo. A campanha tente a ser retomada com força”, diz.

O projeto da atual gestão da Fundação Padre Anchieta, ligada diretamente ao governo de São Paulo, é reduzir o quadro de funcionários e efetuar corte de verbas em algumas de suas produções. Com isso, pretende economizar cerca de R$ 9 milhões em relação a 2010 às custas dos empregos. O orçamento de 2011 é menor do que o de 2010 - R$ 221,05 milhões, contra 230 milhões de do ano passado.

quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

REVOLTA


REVOLTA DOS ESCRAVOS NO RECÔNCAVO BAIANO.05/01/1809

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

REVOLTA DA CHIBATA


REVOLTA DA CHIBATA,LIDERADA POR JOÃO CANDIDO,22/11/1910.

sexta-feira, 19 de novembro de 2010

ZUMBI



MORTE DE ZUMBI,1965.DIA NACIONAL DA CONSCIÊNCIA NEGRA.

quinta-feira, 11 de novembro de 2010

ANGOLA



INDEPENDÊNCIA DE ANGOLA FRENTE A PORTUGAL,11/11/1975.

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

CSN



Greve da CSN em 88 foi momento importante da luta de classes


Em 1988, os operários da Companhia Siderúrgica Nacional (CSN), em Volta Redonda (que naquela época ainda não havia sido privatizada) realizaram uma greve com ocupação na empresa, que teve grande repercursão internacional, e foi um momento de dimensões históricas na luta de classes no Brasil.

A repressão foi muito dura, e o governo de José Sarney autorizou o Exército a invadir a empresa. No dia 9 de novembro, três operários foram mortos: Augusto Barroso, de 19 anos; Walmir Freitas Monteiro, 27 anos; e William Fernandes Leite, 22 anos.

MURO DE BERLIM



CAI O MURO DE BERLIM!09/11/1989.

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

CARLOS MARIGHELA



EXECUTADO,CARLOS MARIGHELA,SÃO PAULO,04/11/1969.

A história da América Latina é uma história de injustiça e exploração. Mas é também - e sobretudo - a saga da resistência de homens e mulheres que, ao longo de cinco séculos, deram suas vidas no combate aos usurpadores das riquezas do continente.

Uma história escrita com o sangue de heróis como o inca Tupac Amaru, morto pelos espanhóis em 1572, e Condorcanqui, que sublevou os indígenas peruanos duzentos anos depois, considerado o precursor dos libertadores da América.

Símbolos dessa luta pela emancipação latino-americana, Simon Bolívar, José Martí, Emiliano Zapata, Augusto Sandino e Ernesto Che Guevara, entre tantos outros, lideraram trabalhadores do campo e da cidade contra o opressor.

Também guiado pela convicção na justiça social - e sob a bandeira do socialismo - o brasileiro Carlos Marighella procurou transformar de forma radical a realidade sócio-econômica do seu país.

Com o resgate da trajetória de Marighella,quarenta e um anos depois de seu assassinato pela ditadura militar, homenageamos todos os revolucionários do continente, cuja herança permanece atual como nunca.

http://www.carlos.marighella.nom.br/

segunda-feira, 23 de agosto de 2010

SACCO E VANZETTI


APESAR DOS PROTESTOS E AS MOBILIZAÇÕES EM TODO O MUNDO,OS ATIVISTAS SINDICAIS SACCO E VANZETTI SÃO EXECUTADOS NOS EUA,EM 23/08/1927.

quinta-feira, 14 de janeiro de 2010

DIREITOS HUMANOS


LULA RECUA E MANTÉM IMPUNIDADEDOS TORTURADORES!

quarta-feira, 6 de janeiro de 2010

revolta


REVOLTA DOS ESCRAVOS NO RECÔNCAVO BAIANO.
05/01/1809.

segunda-feira, 21 de dezembro de 2009

BOAS FESTAS

sexta-feira, 27 de novembro de 2009

ATO PELAS DIRETAS



PRIMEIRO ATO PELAS ELEIÇÕES DIRETAS,NA PRAÇA CHARLES MULLER,SP,27/11/1983.

sexta-feira, 20 de novembro de 2009

ZUMBI

MORTE DE ZUMBI,1695.DIA NACIONAL DA CONSCIÊNCIA NEGRA!


O Dia da Consciência Negra é celebrado em 20 de novembro no Brasil e é dedicado à reflexão sobre a inserção do negro na sociedade brasileira.

A data foi escolhida por coincidir com o dia da morte de Zumbi dos Palmares, em 1695. Apesar das várias dúvidas levantadas quanto ao caráter de Zumbi nos últimos anos (comprovou-se, por exemplo, que ele mantinha escravos particulares) o Dia da Consciência Negra procura ser uma data para se lembrar a resistência do negro à escravidão de forma geral, desde o primeiro transporte forçado de africanos para o solo brasileiro (1594).

quinta-feira, 8 de outubro de 2009

CHE


MORRE,NA BOLÍVIA,CHE GUEVARA,EM 08/10/1967.

sábado, 26 de setembro de 2009

HONDURAS(SITE PSTU)




INTERNACIONAL

Após a volta de Zelaya, aprofundar a mobilização popular para derrotar o governo golpista

Liga Internacional dos Trabalhadores – Quarta Internacional (LIT-QI)

• Na segunda-feira, 21 de setembro, o presidente deposto Manuel “Mel” Zelaya voltou clandestinamente a Honduras e encontra-se refugiado na Embaixada brasileira em Tegucigalpa.

A volta de Zelaya foi vista como um triunfo pelo povo hondurenho, como um avanço para uma das principais reivindicações de sua luta: sua volta à presidência. Ao mesmo tempo, representa uma derrota para o governo de Micheletti que, diferente de ocasiões anteriores, desta vez não pode impedir o retorno.

Por isso, a notícia foi recebida com alegria pelo povo hondurenho, e essa alegria pode ser um fator que ajude a luta contra o golpe a dar um salto. Até agora, a resistência atingiu fortes picos de massividade (como a mobilização no aeroporto, na primeira tentativa de volta de Zelaya, e na greve geral de 22 de julho) e mostrou um alto grau de heroísmo. Foi essa luta que impediu a consolidação definitiva do governo golpista. Mas não foi suficiente para derrotá-lo e derrubá-lo.

Neste sentido, com todo o espetáculo que foi refletido na imprensa internacional, a volta de Zelaya não mudou o fato de que, há quase três meses do golpe, ainda sem se consolidar, o governo de Micheletti segue no poder e reprimiu duramente aos milhares manifestantes que cercavam a embaixada. Segundo informações da resistência, a repressão produziu numerosos detentos e feridos e, pelo menos, um morto, além de invasões a domicílios de dirigentes e ativistas da resistência.

Para que voltou Zelaya?
Em diversos materiais, a LIT-QI tem assinalado que, desde o início, Zelaya, os governos latino-americanos amigos, como Lula, e o de Barack Obama buscaram uma saída negociada com os golpistas, que não avariasse a estrutura de poder econômico e político de Honduras nem as instituições que tinham apoiado o golpe (Congresso, Corte Suprema, Forças Armadas, Igreja etc.). Essa política expressou-se no chamado Plano Arias que, por diversas razões, não foi aceito pelos golpistas.

Agora, em uma reportagem realizada pouco depois da volta de Zelaya, um membro de seu meio mais próximo declarou que o presidente deposto recusa, neste momento, o Acordo de San José (Plano Arias): “É impossível de assiná-lo tal e como está agora. Está desfasado, as condições têm mudado…” (declarações da vice-chanceler de Zelaya, Beatriz Vale, publicadas em http://www.publico.es/internacional/).

Poderia se pensar então, que a volta de Zelaya significou o abandono de sua política de chamado à negociação com os golpistas e, agora sim, uma disposição a encabeçar uma luta a fundo para derrubar ao governo de Micheletti. Não é assim.

A volta de Zelaya não foi um passo para aprofundar a luta popular contra os golpistas, senão uma ação do governo de Obama, de Lula e do próprio Zelaya para fazer pressão e obrigar os golpistas a negociar. Por isso, com esse nome ou outro, o Plano Arias e seu conteúdo (negociar uma “saída pacífica” com os golpistas) está plenamente vigente para evitar que a luta das massas avarie o regime hondurenho. E nesta política, Obama, Lula e Zelaya atuam coordenadamente.

Prestando este novo serviço, Lula volta a mostrar porque Obama o considera “seu homem” na América Latina. Já o fez no Haiti, onde o exército brasileiro comanda as tropas de ocupação da ONU (a Minustah). Agora, em condições e tarefas diferentes, o faz em Honduras. Isto é, é uma peça fundamental para implementar a atual política do imperialismo no continente.

A serviço da negociação com os golpistas
Por outro lado, nas próprias declarações dos protagonistas ficam claros os objetivos da volta de Zelaya. Começando, em primeiro lugar, pelas de Hillary Clinton, secretária de Estado do governo Obama. Continuando com as de Celso Amorim, chanceler do Brasil e figura chave na volta de Zelaya, (atuando, segundo a imprensa, em “sintonia fina” com o governo estadounidense) que declarou, em Nova York: “Acho que isto facilitará um diálogo, se tivesse disposição efetiva para isso, e para que se encontre rapidamente uma solução”. E agregou: “Brasil e EUA buscam uma solução moderada e pacífica à crise de Honduras”, (http://oglobo.com/mundo).

Vejamos o que diz o próprio Zelaya: “Vamos iniciar um processo de aproximação, de comunicação e depois propostas diferentes que vão ser importantes para resolver este problema de frente… acho que devemos superar todo o esforço diplomático”. Agregou ainda que aceitaria se reunir com Micheletti: “Eu estou disposto a buscar uma saída a este problema e a saída se passa por isso, estou disposto também fazê-lo”. Para terminar, reiterou seu chamado à “luta pacífica”: “Eu chamo à paz e a não violência. É a melhor forma de resolver os problemas” (reportagem a Manuel Zelaya, publicado no site de BBC Latinoamérica).

Só a mobilização dos trabalhadores e do povo derrotará os golpistas
Achamos que é imprescindível que as organizações da resistência, em especial a Frente Contra o Golpe, superem as limitações que a política do zelayismo tem imposto à luta. O primeiro passo é recusar e denunciar claramente qualquer tipo de negociação com os golpistas que busque os salvar e preservar as reacionárias instituições do regime (como o Congresso e o Corte Suprema) que impulsionaram e respaldaram o golpe. A derrota dos golpistas e a volta de Zelaya ao poder sem condições, que é o que busca o povo hondurenho, não virão da mão de algum organismo do imperialismo (como a ONU ou a OEA), da ação de governos “amigos” ou da negociação, mas sim de sua própria luta.

Em segundo lugar, é necessário manter as bandeiras de luta que Zelaya abandonou para negociar, como a proposta de convocação a uma Assembléia Constituinte soberana na qual o povo hondurenho possa discutir a substituição da antidemocrática Constituição de 1982 e a destruição de suas reacionárias instituições. Ou ainda, discutir temas que Zelaya nunca levantou como a expropriação da oligarquia latifundiária, o não pagamento da dívida externa, o fechamento da base militar estadounidense de Sotocano e outras medidas necessárias para se libertar do imperialismo e começar a solucionar os graves problemas socioeconômicos do país.

Também é necessário aproveitar a alegria popular gerada pela volta de Zelaya para aprofundar e radicalizar a luta contra os golpistas. Neste sentido, é muito importante tomar os métodos de luta dos trabalhadores, preparando desde a base uma greve geral que permita repetir e ampliar a exitosa experiência do dia 22 de julho, e assim sufucar economicamente o governo golpista e a patronal que o respalda.

Por último, devemos aprender as lições destes meses das lutas nas mobilizações desarmadas que enfrentaram ao exército. Não se poderá derrotar os golpistas com “métodos pacíficos”: é como pretender brigar com uma mão atada e derrotar a alguém que tem em suas mãos uma faca e uma arma. Além do heroísmo que já têm demonstrado as massas hondurenhas, é necessário preparar a auto defensa contra a repressão às mobilizações e às greves e uma ação para dividir e debilitar a "frente militar" dos golpistas, chamando os soldados e polícia a desobedecer às ordens repressivas do governo de Micheletti.

Junto com estas conclusões destes meses de luta, a LIT-QI chama a intensificar a mobilização internacional contra o golpe. É imprescindível a exigência de ruptura das relações com o governo de fato dos governos de todos os países que ainda não o fizeram. E, especialmente a exigência de boicote econômico, principalmente por parte dos Estados Unidos – principal comprador de produtos hondurenhos – e dos países centro americanos que têm fronteiras, como El Salvador e Nicarágua.
[ 23/9/2009 19:01:00 ]

sábado, 12 de setembro de 2009

ÁFRICA DO SUL




MORRE STEVE BIKO,NA PRISÃO,ÁFRICA DOSUL,12/09/1977. LIVING FOR A DREAM ( A STEVE BIKO) Nas horas mais merencórias, Eu penso em um tempo, em um homem, em um povo Que, mesmo florescendo em sua própria terra, Não podia medrar o quão lhe pudessem a mente e o fôlego. Em verdade, eles pululavam já destinados á corrente: Não falo da corrente dos navios negreiros, da coisificação, Dos pelourinhos, das senhoriais libidos, dos látegos, dos Engenhos lucrativos! Não, estes foram suplantados pela refulgência de seu jaez Efêmero, fugidio. Do que concisamente eu falo? Falo do não poder andar livremente aonde quer que vá. Do que concisamente eu falo? Falo de ser impelido a viver confinado como anomalia ou coisa Que o valha. Do que concisamente eu falo? Falo de sermos mortos impunemente por sermos cromática Sujeitada. Do que concisamente eu falo? Falo de não podermos celebrar o emitir da nossa maravilhosa Clorofila, da nossa mitologia, da nossa hermética eloqüência, Da nossa garbosa fosforescência! Do que concisamente eu falo? Falo do homem que, por crer que temos o direito de ter Direito, o direito de sermos pássaros, Disse não, ainda que soubesse que seria levado mais cedo ao Encontro de sua supernova: uma supernova infanda, macabra, Dantesca aluvião! Mas não, O apagar de sua luz não fora vão. O apagar de sua luz demonstrara ao mundo Que a plena exposição de sua luz ferina lhe era perniciosa, E que por isso seria preciso escondê-la sob o seio da bruma Da atmosfera onde reside a sôfrega voragem, o atroz reino da Selvageria. No entanto, a pugna não acabou. Mesmo porque a luz continua a nos incidir seus raios: Sim, da bruma que paira sobre nós. Sim, não podemos desistir. Não podemos traí-lo em seu legado. Não podemos deixar que nos impeçam de voar. Não podemos permitir que nos cortem as asas, Porque, se assim o fizermos, É porque acreditaremos no discurso de nossos abutres, senhores, Algozes. Qual é o discurso? O discurso de que somos bens da jaula, Não amos de nossos próprios fados, pensamentos, escolhas, Moradas. JESSÉ BARBOSA DE OLIVEIRA

segunda-feira, 7 de setembro de 2009

MOVIMENTO SEM TERRA


Por: Pedro Munhoz
1. Quem contar traz à memória, sabendo que a dor existe, quando a morte ainda insiste, em calar quem faz a História. Pois quem morre não tem glória, nem tampouco desespera, é um valente na guerra, tomba, em nome da vida. Da intenção ninguém duvida, quando matam um Sem Terra.

2.
Foi assim nesta jornada,
quando mataram mais um,
o companheiro ELTON BRUM,
não teve tempo pra nada.
Numa arma disparada,
o Estado é quem enterra
e uma vida se encerra,
em nome da covardia.
Toda a nossa rebeldia
quando matam um Sem Terra.

3.
É o desatino fardado,
armado até os dentes,
até esquecem que são gente,
quando estão do outro lado.
E vestidos de soldado,
todo o sonho dilacera,
violência prolifera
tiro certeiro, fatal.
Beiram o irracional,
quando matam um Sem Terra.

4.
Quem és tu, torturador,
que tanta dor desatas,
desanima e maltrata
o humilde plantador?
Negas a classe, traidor,
do povo tudo se gera,
te esqueces deveras,
debaixo de um capacete.
Dá a ordem o Gabinete,
quando matam um Sem Terra.

5.
Em algum lugar da pampa,
ELTON deve de estar,
tranquilo no caminhar,
jeito humilde na estampa.
E algum céu se descampa,
coragem se retempera,
outras batalhas se espera,
dois projetos em disputa.
Não se desiste da luta,
quando matam um Sem Terra.

Barra do Ribeiro/RS
27.08.09

quarta-feira, 26 de agosto de 2009

MARCHA DOS 100 MIL


MARCHA DOS 100MIL EM BRASÍLIA,CONTRA FHC,26/08/1999.