sexta-feira, 31 de agosto de 2007

RENAN


31/08/2007 - 09h10
Depois de nova acusação contra Renan, PF abre investigação


LEONARDO SOUZAANDRÉA MICHAELda Folha de S.Paulo, em Brasília
A Polícia Federal começou a investigar denúncia de um esquema de lavagem de dinheiro que envolveria o senador Renan Calheiros (PMDB-AL).
O caso teve em início em setembro de 2006, em depoimento prestado à Polícia Civil do Distrito Federal por Bruno de Miranda Ribeiro Lins. Ele relatou que seu ex-sogro, o empresário Luiz Carlos Garcia Coelho, manteria duas contas no exterior e operaria para políticos do PMDB, entre os quais o presidente do Senado.
Procurado pela Folha por telefone, Miranda confirmou as declarações à Polícia Civil, incluindo a citação a Renan. Evitando estender a conversa, disse que trabalhou com o ex-sogro, mas que preferia não falar mais por medo de retaliação.
Procurado por meio de sua assessoria, Renan não ligou de volta até o fechamento desta edição. A reportagem não conseguiu localizar o empresário Luiz Carlos Garcia Coelho.
Como a denúncia envolve políticos com foro privilegiado e suspeita de lavagem de dinheiro (crime federal), o caso foi encaminhado há cerca de um mês à PF, que busca elementos para decidir se instaura inquérito, que teria o senador como um dos investigados.
Segundo a Folha apurou, Coelho é de fato ligado ao PMDB e próximo de Renan. Além de detalhes de transações que teriam sido realizadas por Coelho, a PF considerou importante o fato de o depoimento ter sido prestado em 2006, meses antes das denúncias que geraram representações contra o senador no conselho.
Caribe
Não é a primeira vez que pessoas ligadas a Renan enfrentam acusações de envolvimento em esquema de lavagem, com uso de contas no exterior.
A Folha revelou em 2006 que um então assessor de Renan, Francisco Sampaio de Carvalho, operou uma conta bancária no paraíso fiscal de Grand Cayman, no Caribe, que chegou a registrar R$ 11,1 milhões em depósitos. Segundo documentos obtidos pela reportagem na época, a conta foi operada do Brasil por um aparelho de fax instalado na sala da liderança do PMDB no Senado.
Carvalho foi coordenador do programa de modernização do Senado no biênio 95-96. Ele trabalhou na liderança do PMDB quando Renan era o líder. Em 2005, foi levado pelo senador para atuar na consultoria da presidência da Casa.
Dos papéis obtidos pela Folha, cinco foram recebidos em maio de 2005 pelo fax da Consultoria de Coordenação Técnica e Relações Institucionais da presidência do Senado, onde Carvalho trabalhava. Ele pediu demissão no meio da apuração da reportagem, e negou ser dele assinaturas nas transações. Cópias de documentos com assinaturas atribuídas a Carvalho foram submetidas ao perito judicial Ricardo Molina. Ele concluiu que não havia divergências nas assinaturas

segunda-feira, 27 de agosto de 2007

CONGRESSO


MENSALÃO NÃO VAI VIRAR NADA!!

sexta-feira, 24 de agosto de 2007

RENAN


RENAN ESTÁ TRANQUILO, PORQUE TODOS TÊM RABO PRESO!

segunda-feira, 20 de agosto de 2007

TROTSKY


ASSASSINATO DE TROTSKY.

sexta-feira, 17 de agosto de 2007

RENAN


AINDA ESTOU POR AQUI!

segunda-feira, 13 de agosto de 2007

poeta


morte do autor teatral bertold brecht!
14/08/1956

sexta-feira, 10 de agosto de 2007

carta dos trabalhadores do incra

Aos movimentos sociais
Leia o manifesto dos servidores públicos federais do Incra do Tocantins


Nós, servidores públicos do INCRA no Tocantins, gostaríamos de expressar nossa imensa esperança e satisfação referente ao apoio dos movimentos sociais ao nosso pleito de reinvidicações perante o governo.

Avaliamos que, se por um lado, temos muito a lamentar pela lentidão governista no processo de negociação e no descaso para com a Reforma Agrária como um todo, podemos, outrossim, entender que nesse momento está para se construir uma aliança histórica entre servidores públicos e movimentos sociais, dito de outra forma, uma verdadeira aliança entre o campo e a cidade!!!

Tal aliança, na nossa reflexão, significa um verdadeiro golpe contra o caráter burguês do Estado brasileiro. Agora o que significa Estado burguês? A grosso modo, entendemos que é um Estado que não atende aos anseios do seu povo, que não está comprometido com a justiça social e é organizado de forma excessivamente hierárquica e burocrática. Em especial, nesse ultimo sentido, o servidor público “serve” mais ao poder (governo) e menos ao interesse público (povo).

Declaramos aos trabalhadores do campo, que nós, Servidores Públicos, queremos nossa dignidade e valor concretizados, mas queremos e lutamos, acima de tudo, para que possamos servir ao nosso povo de fato! Servir ao povo significa cumprir uma reforma agrária séria, competente, de qualidade, na exata medida das reinvidicações dos movimentos sociais, e significa, em ultima análise, termos condições plenas de cumprir nosso mandato institucional maior, a saber, o art. 3° da Constituição da República Federativa do Brasil:

Art. 3º Constituem objetivos fundamentais da República Federativa do Brasil:
I - construir uma sociedade livre, justa e solidária;
II - garantir o desenvolvimento nacional;
III - erradicar a pobreza e a marginalização e reduzir as desigualdades sociais e regionais;
IV - promover o bem de todos, sem preconceitos de origem, raça, sexo, cor, idade e quaisquer outras formas de discriminação.

Temos muito orgulho pelos vários momentos nos quais os movimentos sociais mostraram solidariedade e consciência da importância da nossa luta, como nas manifestações em Brasília, nos atos em diferentes estados, e em especial na sua participação na mesa de negociação do dia 24 de julho de 2007, data inesquecível para todos nós!

Queremos ainda ressaltar que a luta dos Servidores do INCRA é também mais um capítulo ou batalha da luta histórica de todos os trabalhadores, seja do campo ou da cidade, pela emancipação social. Aqui está em jogo a opção por um Estado ainda mais burguês, ou por Estado que se aproxime dos ideais democráticos de justiça social e presteza no atendimento do interesse público; Está em jogo o direito histórico, conquistado com o sangue e o suor de milhares, senão milhões de trabalhadores mundo afora, que é justamente o direito de GREVE! Está em jogo o compromisso desse governo em cumprir, efetivamente, a pauta de Reforma Agrária pela qual lutam os movimentos sociais deste país.

Saibam trabalhadores do campo, movimentos sociais, enfim, todos que lutam e acreditam num futuro mais próspero para nosso povo, que a conquista dos servidores públicos será conquista também de TODOS VOCÊS!!

Nessa greve, nós servidores do INCRA, em cada estado, em cada superintendência, passamos a refletir seriamente sobre tudo o que vem acontecendo na nossa instituição e na Reforma Agrária como um todo. Entendemos perfeitamente que as milhares de famílias assentadas, em conjunto com outros milhares ou milhões de trabalhadores sem terra, ainda não encontram uma política pública agrária a altura dos seus anseios e necessidades. Com isso, podemos ainda declarar que, ao conquistar nosso direito de ser valorizado com uma carreira decente, e ao conquistar nossa dignidade de podermos ter orgulho de ser Servidor Público do INCRA, haverá um impacto ainda maior no que diz respeito a nossa motivação e compromisso de assumirmos a agenda da Reforma Agrária como agenda nossa também. Dessa forma, a Reforma Agrária passará para um status maior do que o de um compromisso de governo, mas sim como uma verdadeira política de Estado, de justiça social!

Todos nós entendemos que direitos não são dádivas, mas sempre CONQUISTAS!! E cada conquista de um coletivo dos trabalhadores, é mais uma conquista fundamental do conjunto dos trabalhadores!

Nossos agradecimentos, e esperanças nos frutos que virão desta aliança!!

Assinado: Servidores Públicos Federais do INCRA do Tocantins, que também são trabalhadores e cidadãos deste país!!
Declaração aprovada em assembléia no dia 25 de julho de 2007.

Palmas, 25 de julho de 2007

quarta-feira, 8 de agosto de 2007

ibama




SENADO FERRA OS TRABALHADORES DO IBAMA!






-->Senado aprova medida provisória que divide Ibama e cria Instituto Chico Mendes Marcos Chagas Repórter da Agência Brasil


Brasília - Depois de quase duas horas de debate, o plenário do Senado aprovou hoje (7) a medida provisória que divide o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e cria o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade. Ela foi enviada pelo governo ao Congresso em maio e é questionada por grande parte dos servidores do Ibama, que entraram em greve contra a mudança.Em 18 de julho, os servidores em greve suspenderam a paralisação, que já ultrapassava dois meses, e anunciaram a intenção de convencer os senadores a não votar a alteração. A Medida Provisória (MP) 366, de 2007, foi aprovada hoje em votação simbólica (sem contagem de votos).A oposição se manifestou contrariamente à aprovação da MP, com o argumento de que enfraquece a gestão ambiental e cria cargos. O senador Tião Viana (PT-AC) criticou a posição, dizendo que a discussão foi política e não de conteúdo. Segundo ele, o que está sendo feito é um ajuste em face da realidade do Ibama : “O instituto vive a necessidade de readequação, e sua atividade administrativa era insuficiente para garantir a proteção do meio ambiente.”Já o senador Arthur Virgílio (AM), líder do PSDB, disse ter ouvido as preocupações dos funcionários do Ibama. “Eles não vieram com aquela intenção de discutir 'Farinha pouca, meu pirão primeiro' [isto é, em nome de interesses pessoais]”, comentou. “Me convenceram de que a medida provisória provoca fragmentação, uma vez que o governo retira das competências do órgão a gestão e o controle das áreas protegidas.” Apesar de pertencer ao PMDB, partido da base aliada, o senador José Sarney (AP) foi contra a MP. “Não seria eu, hoje, que votaria a favor da divisão do Ibama. Quando fui o presidente da República, fui o responsável pela criação do instituto, que reuniu todos os órgãos do setor”, justificou. Segundo ele, a autarquia é referência internacional na área.Servidores públicos lotaram as galerias do plenário. Como no espaço não é permitido vaiar, aplaudir ou portar faixas, eles acenavam quando algum parlamentar discursava contra a MP.Os senadores discutem agora a medida provisória que abre crédito extraordinário de R$ 415 milhões para os Ministérios dos Transportes e da Defesa. Ela é a segunda das quatro que trancavam a pauta, impedindo a votação de outras matérias.',''

terça-feira, 7 de agosto de 2007

PSDB


ESSE É O SERRA!

Após greve, Metrô anuncia demissão de 61 funcionários
O Metrô de São Paulo anunciou na noite desta segunda-feira a demissão de 61 funcionários devido à paralisação de dois dias iniciada na última quinta-feira (2). Em nota, o governo disse que os demitidos são "empregados cujo desempenho, avaliado até o mês de julho de 2007, não era adequado aos padrões desejados pelo Metrô".
Os metroviários pararam reivindicando antecipação nas participações dos resultados do ano que vem. Segundo o Metrô, 2,4 milhões de pessoas --cerca de 80% dos total de usuários-- foram prejudicadas. Os seis magistrados do TRT (Tribunal Regional do Trabalho) que julgaram a greve consideraram a paralisação abusiva.
A Secretaria dos Transportes Metropolitanos diz que as demissões já estavam programadas e que apenas foram antecipadas pela paralisação da categoria. Os nomes dos demitidos foram escolhidos de acordo com um programa de avaliação semestral dos funcionários que, ainda de acordo com a secretaria, "também resultou na promoção de vários outros empregados". Todos eles aderiram a greve.
Procurado pela reportagem, o Sindicato dos Metroviários diz que só vai se pronunciar depois de uma reunião com o Metrô marcada para amanhã.
Força-tarefa
Para evitar que novas greves de metroviários paralisem o metrô, a secretaria deve criar uma força-tarefa permanente formada por funcionários de outras empresas ligadas ao governo do Estado, como EMTU (Empresa Metropolitana de Transportes Urbanos) e CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos) e no próprio Metrô.
O grupo deverá assumir emergencialmente a operação dos trens quando houver novas greves, crises ou emergências.

sexta-feira, 3 de agosto de 2007

deputados


DEPUTADOS TRABALHANDO!

quinta-feira, 2 de agosto de 2007

PSDB



;Juiz que votou contra cassação de tucano fez doação de R$ 500 à campanha

REGIANE SOARESda Folha Online
O juiz eleitoral Renan de Vasconcelos Neves, do TRE-PB (Tribunal Regional Eleitoral) da Paraíba, o único a votar contra a cassação do governador Cássio Cunha Lima (PSDB-PB), doou R$ 500 para a campanha do tucano nas eleições de 2006.
Cunha Lima perdeu o mandato por decisão do TRE-PB na segunda-feira, quando cinco juízes votaram a favor da cassação e apenas Neves votou contra. O governador já recorreu ao TSE (Tribunal Superior Eleitoral) para poder continuar no cargo até o julgamento final do processo.
Neves disse que fez a doação a Cunha Lima no ano passado, durante um jantar de apoio à campanha. Porém, fez questão de ressaltar que na época era um "cidadão comum", pois assumiu a vaga de juiz eleitoral no tribunal em 14 de junho deste ano.
"Fiz a doação durante um jantar, e os convidados ofereceram uma doação por meio de um cheque nominal. Mas fiz na qualidade de cidadão, muito antes de assumir como juiz", explicou Neves, ao ressaltar que ficou surpreso com a repercussão do caso. "Nem sonhava em ser juiz quando fiz a doação, que foi pública e está na prestação de contas do partido [PSDB]", completou.
Neves explicou que é advogado e que foi indicado para a vaga de juiz eleitoral pelo TJ-PB (Tribunal de Justiça) da Paraíba. "Fui o mais votado entre 25 advogados, e meu nome foi o escolhido entre os três enviados ao presidente [Luiz Inácio Lula da Silva]", argumentou.
Apesar de ter feito a doação, Neves disse que não se sentiu impedido para julgar o caso, porque doou como cidadão. "Essa doação foi pública, e todo mundo sabia. Não me sinto suspeito e nenhum advogado levantou a minha suspeição. Só foi divulgada agora porque votei contra a cassação", disse.
O juiz explicou que votou contra por convencimento técnico. "Foi um voto técnico", disse.
Cunha Lima foi acusado de abuso de poder político por ter distribuído 35 mil cheques à população durante a campanha eleitoral de 2006.
Neves entendeu que não houve ilegalidade no caso porque há uma lei na Paraíba que disciplina a realização de programas sociais, inclusive durante o período eleitoral. "Os meus demais pares não entenderam assim", finalizou